Lula é ruim ou péssimo para mais da metade dos paulistas

Desaprovação do petista no Estado de São Paulo chega a 59%, mostra pesquisa Futura/Apex

Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 29, pelo Futura/Apex mostra que 51,2% dos paulistas consideram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ruim ou péssimo. Segundo a pesquisa, apenas 33,3% acham a gestão ótima ou boa. E para 14,3%, a avaliação é regular.

Em relação à aprovação, 59% desaprovam o presidente Lula, e 38,6% o aprovam.

Corrida eleitoral em São Paulo

A pesquisa Futura/Apex também avaliou a corrida presidencial no Estado de São Paulo. Lula venceria em um cenário de primeiro turno, mas dentro da margem de erro.

Ele ficaria com 32,7% das intenções de voto; o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 31,4%; e Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, com 18%. Em outros dois cenários, Flávio venceria Lula por 36,3% a 29,5% e por 38,9% a 32,5%, com vantagem do senador superior à margem de erro.

Nos cenários de segundo turno, Flávio venceria Lula por 50,5% a 38,2%; o petista perderia para Tarcísio por 34,9% a 54,2%; e também seria derrotado por Ratinho Júnior, por 37% a 49,2%. Em uma eventual disputa entre Tarcísio e Flávio, o governador levaria a melhor em São Paulo. O placar seria de 40,4% a 32,9%. Já entre Flávio e Ratinho Júnior, o senador ficaria com 44,9% e o governador paranaense, com 28,8%.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), durante a sabatina do procurador-geral da República, Paulo Gonet - 12/11/2025 | Foto: Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República | Foto: Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo

A pesquisa foi feita entre 20 e 23 de janeiro, com 1,2 mil eleitores em 257 cidades do Estado de São Paulo. A margem de erro é de 2,8 pontos porcentuais, o intervalo de confiança é de 95%.

O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, com o número SP-04679/2026 e no Tribunal Superior Eleitoral, com o número BR-03024/2026.

*Fonte: Revista Oeste