Faccionado do PCC, El Cid estava foragido desde 2022, quando fugiu de uma penitenciária em São Paulo
Sidney Rodrigo Aparecido Piovesan, conhecido como El Cid, foi preso na quarta-feira 4 pela Polícia Militar do Ceará. Ele é apontado como integrante do plano do Primeiro Comando da Capital (PCC) para sequestrar e matar o senador Sergio Moro e outras autoridades.
El Cid estava foragido desde 2022, quando fugiu de uma penitenciária em São Paulo. Contra ele havia dois mandados de prisão, por associação ao tráfico de drogas e homicídio.
A captura ocorreu em Eusébio, na região metropolitana de Fortaleza, nas proximidades de um condomínio residencial de alto padrão. Segundo a polícia, El Cid usava documento falso no momento da abordagem.
Mulher também foi detida
A mulher de El Cid, cujo nome não foi divulgado, foi presa na madrugada em Igatu, a caminho de São Paulo. Ela portava documento falso e foi detida por falsidade ideológica durante uma fiscalização do Batalhão de Polícia de Trânsito Urbano e Rodoviário Estadual.
Depois da prisão, equipes do 15º Batalhão da PM e do Bope localizaram El Cid em Eusébio. O governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), comemorou a prisão nas redes sociais.
Contexto com Moro

Quando foi ministro da Justiça, Moro determinou a transferência de líderes do PCC para presídios federais, entre eles Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola.
Marcola foi transferido do sistema prisional paulista para a penitenciária federal em Brasília em fevereiro de 2019. Depois, passou por uma unidade federal em Rondônia e retornou à capital federal.
Na ocasião, outros 21 integrantes da cúpula da facção também foram transferidos em aeronave das Forças Armadas, a partir do aeroporto de Presidente Prudente.
*Fonte: Revista Oeste*