Irmão é preso após estuprar e matar irmã em Cuiabá; delegacia tem tumulto

Homem já havia matado tia e um vizinho

Marcos Pereira Soares foi preso pela Polícia Militar suspeito de ter matado e abusado sexualmente da irmã Estefany Pereira Soares, de 17 anos, em Cuiabá. A vítima foi encontrada morta na quarta-feira (11) dentro de um córrego na região do bairro Três Barras.

O suspeito foi preso na região do CPA. Ao chegar na delegacia da Polícia Civil, o maníaco quase foi espancada por populares que estavam no local. A jovem estava desaparecida desde o dia anterior. O corpo da jovem estava amarrado, com sinais de extrema violência e espancamento.

Também havia pedras presas ao corpo, possivelmente para fazer com que ele afundasse na água e dificultasse sua localização. A mãe da jovem, moradora do bairro 1º de Março, passou a desconfiar do filho após perceber contradições nos relatos dele sobre o paradeiro da irmã. Marcos teria ido até a residência da família, buscado a irmã e levado a adolescente para a casa dele, no bairro Três Barras.

Após isso, a jovem não foi mais vista. Preocupada com o desaparecimento, a mãe questionou o filho sobre onde estaria Estefany. No entanto, ele teria desconversado e fugido do local, aumentando ainda mais as suspeitas.

Familiares e moradores da região iniciaram buscas nas proximidades da residência do suspeito e acabaram encontrando o corpo da adolescente em um córrego localizado nos fundos da casa. 

HISTÓRICO DE CRIMES

A Polícia Civil investiga o caso e também irá apurar a possibilidade de violência sexual contra a adolescente. A confirmação dependerá dos exames realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Marcos Pereira Soares, conhecido como Marquinhos, já possui histórico criminal. Ele é suspeito de ter assassinado a própria tia em 2018 e também teria envolvimento na morte de um vizinho em 2020, crimes que chocaram moradores da região. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) ficará responsável pelas investigações para esclarecer todas as circunstâncias do crime. 

*Fonte: FolhaMax