Donald Trump elogia Flávio nas redes sociais

Presidente norte-americano chamou o pré-candidato brasileiro de ‘jovem inteligente que ama seu país’

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou suas redes sociais nesta terça-feira, 2, para elogiar publicamente o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A manifestação ocorre poucos dias depois do encontro oficial entre os dois líderes na Casa Branca, em Washington.

O aceno de Trump a Flávio

Em sua primeira manifestação direta sobre a agenda bilateral da semana passada, o chefe do Executivo norte-americano se referiu ao congressista fluminense com elogios. Trump afirmou textualmente que o senador brasileiro é “um jovem inteligente que ama muito seu país”.

O relatório do USTR e as críticas ao sistema Pix

Nesta terça-feira, 2, cresceu a preocupação com a imposição de novas barreiras comerciais pelos EUA. O movimento ocorre depois do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) publicar um relatório técnico detalhado. O documento da Casa Branca critica abertamente a governança do Banco Central do Brasil. Além disso, o texto questiona o funcionamento do Pix e classifica as regras brasileiras como “práticas desleais”.

Os técnicos norte-americanos confirmaram que vão submeter a proposta de sobretaxa de 25% a uma série de audiências públicas de avaliação. A primeira sessão oficial está agendada para o dia 6 de julho.

A palavra final sobre a efetivação das novas tarifas caberá exclusivamente a Donald Trump. Juridicamente, Washington utiliza como base a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional. Esse dispositivo concede ao chefe da Casa Branca autoridade para regular o comércio exterior de forma unilateral em situações emergenciais.

Flávio afirmou nesta terça-feira, que pediu a Trump que deixasse as empresas brasileiras de fora de novas tarifas.

No primeiro semestre de 2025, o governo dos EUA já havia adotado o mesmo mecanismo. Na ocasião, a Casa Branca aplicou tarifas de 40% sobre produtos de nações como Brasil, China, México e Canadá.

*Fonte: Revista Oeste