O presidente norte-americano afirma que ação na noite deste domingo, 19, é uma homenagem aos militares mortos pelas forças iranianas
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, na noite deste domingo, 19, que o Irã foi “duramente” atingido em uma nova rodada de ataques militares. As operações dos EUA contra o país persa entraram em seu nono dia consecutivo.
“O Irã foi muito, muito duramente atingido. Eles perderam quase tudo, do ponto de vista militar. Sobrou muito pouco”, afirmou Trump. “Eles têm alguns mísseis, alguns drones e alguma capacidade de produção. Não muita.”
As afirmações do chefe da Casa Branca ocorrem em discurso a repórteres, em uma base aérea depois de ele assistir à final da Copa do Mundo no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Contrariando declarações de autoridades iranianas e da Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, o republicano defendeu que os EUA estão no controle do Estreito de Ormuz, enquanto o Irã “não controla nada”. “Então vamos ver o que acontece.”
Crítico do Irã, Trump elogia “grandes patriotas” dos EUA
Sobre as mortes de militares norte-americanas ocorridas na Jordânia em meio ao conflito dos EUA contra o Irã, Trump disse que são “provavelmente três, em vez de dois, soldados abatidos”. “Nós os atingimos muito duramente de novo esta noite”, disse o presidente. “E fizemos isso em homenagem aos provavelmente três — provavelmente três, em vez de dois — grandes patriotas.”
Reino Unido fala em navio em chamas
Um navio pegou fogo no início da manhã desta segunda-feira (horário local), 21, no Estreito de Ormuz, perto do litoral de Omã, informou o Exército britânico.
O centro de Operações Marítimas de Comércio do Reino Unido (UKMTO), das Forças Armadas britânicas, emitiu um alerta sobre o incêndio. O órgão afirmou que não estava claro o que provocou as chamas.
UKMTO WARNING 092-26
— UKMTO Operations Centre (@UK_MTO) July 19, 2026
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As Forças Armadas dos EUA vêm incentivando navios a usar uma rota próxima a Omã para atravessar o Estreito de Ormuz. O Irã respondeu com ataques que miram essas embarcações, insistindo que precisa ter controle sobre a via marítima crucial por onde, em tempos de paz, passava um quinto de todo o petróleo e gás natural comercializados mundialmente.
*Fonte: Revista Oeste