Pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 28, mostra que índice dos que avaliam governo como ruim ou péssimo é de 51,2%
A reprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é maior do que sua aprovação, mostra levantamento realizado pela AtlasIntel/Bloomberg, divulgado nesta quinta-feira, 28. O porcentual de aprovação, que vinha crescendo desde junho, teve recuo de 2,3 pontos porcentuais — caiu de 50,2% para 47,9%.
A desaprovação de Lula está em 51%. Em julho, no último levantamento da AtlasIntel, a aprovação do petista estava em 50,2% e a reprovação em 49,7%.

Os índices mais altos de reprovação estão entre evangélicos (70,6%), pessoas de 25 a 34 anos (66%), habitantes da região Sul (61,2%), famílias com renda de R$ 2 mil a R$ 3 mil (60,2%), quem concluiu apenas o ensino médio (58,1%) e entre os homens (56,6%).
Qualitativamente, Lula é avaliado como ruim ou péssimo pela maioria dos brasileiros: 51,2%. Para 43,7%, o governo é ótimo ou bom. E 5,1% acham o governo regular.

Entre as principais medidas bem avaliadas na gestão Lula estão a isenção do Imposto de Renda para salários até R$ 5 mil (85%), gratuidade no Farmácia Popular (84%) e ações para retirada de garimpeiros de áreas protegidas (80%).
Políticas reprovadas do governo Lula
Por outro lado, a cobrança de imposto sobre compras internacionais de até US$ 50 desaprovada por 60% dos entrevistados, a tentativa de fiscalizar Pix acima de R$ 5 mil mensais (55%) e o aumento do IOF (50%) apareceram como os principais pontos negativos do governo.
Os principais problemas do Brasil
📊PESQUISA ATLAS/BLOOMBERG
— AtlasIntel BR (@atlaspolitico) August 28, 2025
1️⃣ Aprovação do presidente Lula
🔴Desaprovo: 51% (+1,3)
🔵 Aprovo: 47,9 (-2,3)
A desaprovação do presidente Lula voltou a ser majoritária (51,0%), superando sua aprovação (47,9%) e interrompendo a trajetória de melhora iniciada em junho de 2025. O… pic.twitter.com/Yd5DBEdJ17
A pesquisa ouviu 6.238 pessoas maiores de 16 anos entre os dias 20 e 25 de agosto por meio de questionário on-line, com margem de erro de 1 ponto porcentual e nível de confiança de 95%.
*Fonte: Revista Oeste