Investigação apura mercado de exploração sexual e prostituição infantil.
Sérgio Antônio Lopes estava no comando de um voo em Congonhas quando foi surpreendido pela polícia.
Com 28 anos de carreira, o piloto é acusado de manter uma rede de exploração sexual infantil que operava há quase uma década.
Entre os casos investigados está a acusação de que ele pagava a uma mulher para “comprar” o acesso a três netas de 10, 12 e 14 anos.
Enquanto voava pelo país, Lopes mantinha um rastro de abusos e pornografia infantil.
Policiais capturaram piloto minutos antes de voo
O piloto usava sua posição e recursos para sustentar a rede. Ele foi preso por policiais do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) na cabine de comando, pouco antes de decolar para o Rio de Janeiro.
As investigações mostram que o piloto não apenas abusava dos menores, mas também usava documentos falsos para entrar em motéis com eles e produzia material de pornografia infantil para venda.
Até agora, três vítimas foram identificadas. A Polícia Civil agora busca entender se outras crianças da família ou da região também foram vítimas dessa rede.
Além da avó e do piloto, outros dois suspeitos são alvos de busca e apreensão.
Piloto é preso dentro de avião em Congonhas suspeito de chefiar rede de abuso sexual infantil.
— Brasil Paralelo (@brasilparalelo) February 9, 2026
Um piloto da Latam foi preso dentro da cabine de uma aeronave no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, suspeito de integrar uma rede organizada de abuso e exploração sexual de crianças… pic.twitter.com/3IXqAVtfFI
Avó vendia suas netas para o piloto
A operação revelou que o perigo para as vítimas moravam dentro de suas casa. Em vez de proteger as netas, a avó era a principal facilitadora dos abusos.
Ela negociava as crianças diretamente com o piloto. A polícia aponta que essa dinâmica de “venda” e exploração era uma prática que se estendia por quase uma década.
A mulher foi detida em sua residência e agora responde por crimes que somam penas pesadas, incluindo estupro de vulnerável e favorecimento da prostituição.
*Fonte: Brasil Paralelo