Alemanha, França, México e Estados Unidos deram orientações por meio das redes sociais
Depois da ação policial que resultou em 121 mortes nos complexos do Alemão e da Penha, zona norte do Rio de Janeiro, autoridades de diferentes países emitiram alertas para seus cidadãos sobre a situação de segurança na cidade. As recomendações surgiram depois da operação realizada na terça-feira 28, que elevou o nível de alerta local.
O Consulado-Geral da Alemanha no Rio utilizou o Instagram para divulgar orientações do Centro de Operações da Cidade (COR) enquanto o município estava no estágio 2 de risco, que indica possibilidade de eventos de grande impacto. O COR adota uma escala de cinco estágios, do nível 1, considerado normalidade, até o 5, que representa crise grave.

Repercussão internacional e atualizações de segurança no Rio
Na mesma rede social, o Consulado da França informou as recomendações do COR durante o estágio 2 na terça-feira. Já nesta quarta-feira, 29, compartilhou nova atualização do órgão ao informar que o Rio retornou ao estágio 1, indicando melhora na segurança.
O Consulado do México, por sua vez, também compartilhou o comunicado do COR na terça-feira. “Atenção!”, afirmou o órgão. “Diante da situação de estado 2 de emergência no Rio de Janeiro, recomendamos seguir os canais oficiais do @operacoesrio e evitar deslocamentos desnecessários.”
O Departamento de Estado dos Estados Unidos fez alerta em seu perfil oficial no X sobre os enfrentamentos entre policiais e facções criminosas na zona norte. “A situação está evoluindo rapidamente, portanto, fique atento às notícias e aos aplicativos de mapas do seu celular para atualizações”, explicou o departamento.
North Zone (Zona Norte) of Rio de Janeiro, Brazil: Ongoing fighting between police and criminal factions have caused disruptions to traffic in multiple areas of the North Zone. The situation is rapidly evolving, so please pay attention to the news and your phone map applications… pic.twitter.com/vg56JvjQdv
— Travel – State Dept (@TravelGov) October 28, 2025
*Fonte: Revista Oeste